quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Estamos no Jornal Correio!!!

Ain gente...que gracinha....hoje temos notícias muito bacanas!!!


O Pequetitos Pet Sitter estava no Jornal Correio de domingo (08/09)!! 


A Daniela (repórter do Correio) me ligou durante a semana fazendo o convite para a entrevista, disse que tinha visto nosso trabalho no Facebook e eu...não pude negar....adorei (beijo para Daniela)!

Coloco aqui a matéria para quem não leu e gostaria de aproveitar para fazer três colocações:

1º) Nossa equipe atende em qualquer dia, independente se é fim de semana, dia de semana, feriados ou não, férias ou não.
2º) Altair (aparece na matéria, inclusive na foto da capa) é cliente do Pequetitos Pet Sitter, temos até depoimento dele em nossa fanpage.
3º) Nossos contatos para quem interessar em conhecer ou contratar nosso trabalho:
e-mail: pequetitos@hotmail.com
Telefones: (34) 9179-7944 ou (34) 3255-8725
Fanpage: https://www.facebook.com/PequetitosPetsitter

Foto da Capa do Jornal (Isso mesmo nós saímos na capa..rs!!!)



E aqui a matéria:

Comum no exterior, profissão de babá e passeador de animais cresce em Uberlândia

 Repórter
A profissão de pet-sitter, ou babá de animais de estimação, é uma das novas opções de trabalho em Uberlândia. Ainda novidade no Brasil, a atividade é comum nos Estados Unidos e na Europa, como mostra o filme “Marley e Eu”, em que o casal John (Owen Wilson) e Jenny (Jennifer Aniston) viajam para a Irlanda e deixam o cachorro Marley, um cão indisciplinado, com uma pet-sitter.

Lídia Claudino divide a profissão de professora com a atividade de pet-sitter nos fins de semana, feriados e durante as férias (Foto: Cleiton Borges)
Em Uberlândia, os ganhos variam de R$ 30 a diária a R$ 50 por visita de até uma hora e meia, e existem poucas pessoas na área. A tarefa consiste em cuidar dos animais na residência do cliente quando o dono está em viagem ou em compromissos, por exemplo.
Com alguns anos de experiência em pet shop, a cuidadora de animais Terezinha Silva abriu um hotelzinho para cachorros há cinco anos e também se tornou pet-sitter. “Os cachorros pequenos, eu cuido no hotelzinho que criei na minha casa. Mas as raças maiores, eu vou até as casas dos clientes e cuido lá”, disse a cuidadora. Ela cobra R$ 30 a diária com duas visitas ao dia para alimentar, dar água e passear com os animais.
Pet-sitter em Uberlândia desde janeiro deste ano, a também professora Lídia Claudino começou trabalhar cuidando de animais depois que fez um curso especializado em São Paulo. “Em dias úteis, eu dou aulas em uma escola pública da cidade. Em feriados, finais de semana e férias, eu sou pet sitter.” A visita dela dura entre 40 minutos e uma hora e meia. Ela dá comida e água, passeia, brinca e limpa a área dos animais e cobra R$ 50 por visita.
Segundo Lídia Claudino, que já cuidou de cachorros, gatos e coelhos, a profissão é promissora. “Ainda não consigo viver só como pet-sitter, porque as pessoas ainda não conhecem esse profissional e comecei há pouco tempo. Mas, como é uma tendência internacional, a demanda na cidade está aumentando. Em Uberlândia, a profissão tem tudo para crescer no mercado.”
Em março deste ano, o assistente administrativo Altair Rodrigues Júnior viajou por 22 dias e deixou seus dois cachorros da raça pug com uma pet-sitter. “Em outras viagens, eu deixava em um hotelzinho, mas, dessa vez, resolvi deixar com uma babá para os cachorros não saírem do ambiente deles. Quando eu voltei, percebi a diferença. No hotelzinho, eles voltavam para casa tristes, nervosos e magros. Com a pet-sitter, foi como se eu nem tivesse passado dias fora de casa”, afirmou.
Altair Júnior disse também que a babá mandava fotos e vídeos todos os dias. “Eu acompanhava, mesmo de longe, como eles estavam sendo tratados.”
Falta de tempo dos donos faz surgir os dogwalkers 
Outra profissão que está crescendo no mercado de Uberlândia é a de dogwalker ou passeador de cachorros. Na cidade, a atividade está atrelada à de treinadores e adestradores. A falta de tempo dos donos para dar atenção aos animais é o principal fator para a demanda por este trabalhador.
Aos 13 anos, Paulo Roberto dos Santos, hoje com 50, aprendeu e começou a adestrar cães. Nesse período, ele também passou a trabalhar como dogwalker. “As pessoas estão cada vez mais sem tempo para passear com o animal e procuram alguém que faça essa tarefa por elas. Com isso, meu trabalho só tem aumentado”, disse Santos. Ele atende nove clientes fixos por mês, com duas visitas por semana, de 30 minutos de duração cada uma, e cobra R$ 250 mensais de cada cliente.
Treinadora acumula função de passear com cachorros
Treinadora de cães há 5 anos, Hetyene Kely Borges também exerce a profissão de passeadora de cachorros. Os clientes dela são pessoas das classes A e B que têm animais de médio e grande porte. Dentro da atividade de dogwalker, ela divide as tarefas em duas categorias: passeio com o dono e sem o dono do cachorro.

Hetyene Kely Borges auxilia a artista plástica Priscila Rampin no passeio com seus cães (Foto: Cleiton Borges)
“É importante realizar o passeio com o dono para ele aprender a lidar com o animal na rua, quando ele for andar com o cachorro sozinho. Depois desse treinamento, eu ando sozinha com os animais para suprir a necessidade do cliente que não tem muito tempo para o passeio todos os dias”, disse.
A artista plástica Priscila Rampin tem um cachorro de porte grande e dois de porte médio e há três meses tem o auxílio de Hetyene Borges para passear com os animais. “Há dois anos ela faz o treinamento dos meus cachorros. Há três meses ela trabalha o comportamento do mais novo e também faz os passeios. Eu ainda vou junto para aprender como andar com eles em lugares públicos”, afirmou a cliente.


Fonte: http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/comum-no-exterior-profissao-de-baba-e-passeador-de-animais-cresce-em-uberlandia/


Achou a matéria legal assim como eu? Comenta aí...é rapidinho!!!



2 comentários:

  1. Que legal!!! Parabéns pelo trabalho!!!

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  2. Adorei,,,,,com certeza é um trabalho muito lindo e oferece muita tranquilidade para os donos dos animais.

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